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palestrantes

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Noemia Barradas

Arquiteta e Urbanista formada pela I. M. Bennet (1995), mestre em arquitetura pelo PROARQ-UFRJ (2006) e doutoranda em arquitetura e urbanismo pelo PPGAU-UFF, participou de cursos no Brasil e exterior no campo da Preservação do Patrimônio e Projeto. 

Desde 1996 leciona em instituições públicas e privadas em cursos de graduação e pós-graduação. Possui larga experiência no campo da Preservação do Patrimônio Cultural, atuando em investigações, ciência da conservação, projetos e obras de conservação e restauro de bens integrados, arquitetura e conjuntos urbanos. Ao longo dos últimos anos tem desenvolvido trabalhos junto aos órgãos de preservação do patrimônio (UNESCO, IPHAN, INEPAC), possuí escritório e é colaboradora em escritórios no Brasil, Colômbia, Espanha e Portugal. 

Foi Diretora Administrativa do IAB-RJ (2004-2005), e é Conselheira do IAB-RJ e sua representante no Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro. Atualmente é Conselheira Titular e Vice-presidente do CAU-RJ (Gestão 2021-2023). 

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Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira

Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira é Historiadora da Arte com Doutorado na Universidade Católica de Louvain e pós doutorado no Courtauld Institute de Londres. Trabalhou 25 anos no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e como docente das Universidades Federal de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, onde se aposentou como professora titular. Atuou como membro do Conselho Consultivo do IPHAN durante 15 anos e é sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB. Entre suas publicações mais relevantes situam-se O Aleijadinho e sua oficina. Catálogo das esculturas devocionais. São Paulo: Capivara, 2002. O Rococó Religioso no Brasil e seus antecedentes europeus. São Paulo: Cosac & Naify, 2003 e uma série de guias de visitação de Igrejas para o programa Monumenta do IPHAN, notadamente O Santuário de Congonhas – MG e roteiros do Barroco e do Rococó no Rio de Janeiro, Olinda e Recife e as cidades históricas mineiras de Ouro Preto e Mariana, São João Del Rei e Tiradentes, Sabará e Caeté.

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Mirian Bondim

Natural de Mangaratiba, Mirian Bondim, é graduada em História pela Fundação Educacional Unificada Campograndense (2012). Lecionou a matéria no Colégio Estadual Montebello Bondim, onde desenvolveu (em 2004), com um grupo de alunos do 7° ano escolar, o projeto "Muriqui conta sua história com fotos, falas e fatos", promovendo um resgate histórico da localidade. De 2005 a 2008, coordenou projetos culturais na rede municipal de ensino; entre eles, um programa de Educação Patrimonial que levava alunos, professores e turistas a caminhar por trilhas e sítios históricos, buscando fortalecer a memória e a cultura locais e a preservação do meio ambiente, em várias áreas do município. Em parceria com todas as comunidades escolares municipais, desenvolveu o projeto “Revivendo nossa cultura", resgatando e divulgando os patrimônios histórico-culturais (materiais imateriais) de Mangaratiba. De 2009 a 2018, trabalhou como assessora de pesquisas históricas, na Fundação Mário Peixoto, onde desenvolveu pesquisas documentais nos livros das antigas atas da Câmara de Mangaratiba, como também em diversos arquivos públicos municipais, estaduais e federais. Nesse período, pós-graduou-se Arqueologia Brasileira e passou a desenvolver pesquisas de campo por todo território mangaratibense, principalmente junto às comunidades tradicionais. Durante esse trabalho, acabou se integrando de corpo e alma na vida dessas comunidades e foi se encantando por essa região, que poucos conhecem. 

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Claudia Storino

Claudia Maria Pinheiro Storino é arquiteta e designer, formada em 1985 pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula e em 1980 pelos cursos de Desenho Industrial e Comunicação Visual da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ); especialista em Preservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) / UNESCO (CECRE) e mestre em Memória Social pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Tem formação técnica de tradutora-intérprete (Português/Inglês) pela Escola Americana do Rio de Janeiro.

Entre 1986 e 2009 integrou o quadro técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A partir de 2009, com a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), passou ao quadro de pessoal dessa autarquia, atuando como Assessora de Programas Estratégicos da Presidência e depois como Coordenadora de Espaços Museais, Arquitetura e Expografia. Desde julho de 2012, de volta ao Iphan, dirige o Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx.

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João Masao Kamita

Arquiteto e urbanista graduado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL - 1986), especialista em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela (PUC-Rio - 1991), Mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio - 1994) e Doutor em Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP - 1999). Professor do Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura (PUC-Rio), nível de mestrado e doutorado, onde atua desde 1996 na linha de pesquisa em História da Arte. Professor do Programa de Pós-Graduaçao em Arquitetura (PUC-Rio), desde 2013.

Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura  entre 2001-2003 e  Coordena o Curso de Especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil desde 1996 até o presente. É membro do conselho editorial das revistas RISCO, NOZ e do site VITRUVIUS.

Tem publicado diversos artigos em veículos especializados da área de arte e arquitetura. Em 2000 publicou o livro Vilanova Artigas pela editora Cosac & Naify.  Participou, escrevendo capítulos, entre outros, dos livros Modern Architecture in Brazil pela editora Phaidon (2004 ) e Art in Brazil 1950-2011 pela editora Europalia Intenacional (2011). Além disso, foi um dos organizadores do livro Lucio Costa: um modo de ser moderno pela Cosac & Naify em 2004.

Participa do curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio, desde sua criação em 2002 como professor de disciplinas da área de Teoria e História e como membro da Comissão Acadêmica do curso.

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Cristovão Duarte

Pós-doutor pela Cátedra UNESCO “Diálogo Intercultural em Patrimónios de Influência Portuguesa”, Universidade de Coimbra. Doutor em Planejamento Urbano e Regional IPPUR-UFRJ. Mestre em Urbanismo pelo PROURB/FAU-UFRJ. Graduação em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-UFRJ. Foi técnico do IPHAN (1986-2005) e Superintendente Regional do IPHAN para os estados do Pará e Amapá. Atualmente é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, do Mestrado em Arquitetura Paisagística e do Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da UFRJ.

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Dora de Alcântara

Dora Monteiro e Silva de Alcântara nasceu no Rio de Janeiro em 1931. É graduada em 1957 na Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FAU/UFRJ). Estudiosa da azulejaria luso-brasileira, suas principais atividades são as ações em defesa da preservação do patrimônio cultural e do ensino da arquitetura brasileira.

Próxima de completar 90 anos, Dora ainda se apresenta como sócia titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) no Rio de Janeiro, Petrópolis e Paraguai; como membro do Conselho Estadual do Departamento do Rio de Janeiro do IAB/RJ; e representante do Conselho Estadual de Tombamento do Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac).

 

A arquiteta e urbanista já recebeu homenagens e prêmios do IAB/RJ, nas 8ª e 9ª Premiações Anuais, mais de 40 anos atrás. Além disso, também recebeu homenagens da FAU/UFRJ e do Iphan, sendo distinguida com a medalha de Mérito Profissional, no então Conselho Regional de Arquitetura, Engenharia e Agronomia do estado do Rio de Janeiro (Crea-RJ); foi indicada pelo IAB/RJ no ano de 2003 para receber a homenagem 10 mulheres pioneiras em suas profissões – “Arquitetas e engenheiras: mulheres à frente de seu tempo”, realizada pelo Clube de Engenharia, IAB/RJ, pela Academia Nacional de Engenharia- ANE, ABEA e SEAERJ. Em Lisboa, Portugal, recebeu o prêmio SOS Azulejo em 2018, na categoria “Personalidade”, por sua “obra científica da maior relevância” e por ser autora de grande projeção no estudo do azulejo luso-brasileiro. 

 

Mas recentemente foi indicada pelo Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ) para receber a maior comenda da entidade, o Colar do IAB. A indicação foi aprovada na reunião do Conselho Superior do Instituto realizada, virtualmente, entre 16 e 18 de abril. Dora é a segunda mulher a receber a comenda desde 1967.

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Guilherme Bueno

Doutor em Artes Visuais pela UFRJ, professor da Escola de Belas Artes da UFMG. Lecionou no Instituto de Artes da UERJ, no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e editor-chefe da revista Dasartes. Realizou curadorias de exposições de arte brasileira moderna e contemporânea no Brasil e no exterior, além de publicar textos regularmente em livros, catálogos e revistas especializadas.

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Janaína Ayres

Graduada em Pintura pela EBA/UFRJ (1998); Mestrado em Artes Visuais na linha de pesquisa de História e Crítica da Arte, pela EBA/UFRJ (2009); Pós-graduação (latu-sensu) em História da Arte Sacra pela Faculdade de São Bento do RJ (2011); e Doutorado em Artes Visuais na linha de pesquisa de História e Crítica da Arte pela EBA/UFRJ (2014), como bolsista da CAPES e com bolsa sanduíche concedida pelo CNPq em Portugal. Lecionou como professora substituta da Escola de Belas Artes- UFRJ nos Departamentos BAR (Técnicas e Representação) e BAH (História e Teoria da Arte). Atualmente ministra no Museu Sacro Franciscano do RJ cursos de História da Arte e História da Arte Sacra, Arquitetura religiosa no Brasil colonial e Arte colonial na América Hispânica. É integrante do grupo de pesquisa Perspectiva Pictorum, FAFICH - UFMG; e membro do Conselho Estadual de Tombamento - INEPAC - SECEC, RJ.

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Núbia Melhem Santos

Pesquisadora e editora com formação em Letras, Literatura Brasileira e Portuguesa (PUC-RJ). Publicou “Era uma vez o Morro do Castelo” (IPHAN – 2000), “Burle Marx: jardins e ecologia” (Jauá Editora e Senac RJ – 2002), “O Porto e a Cidade: o Rio de Janeiro de 1565 a 1910” (Editora Casa da Palavra) Prêmio Jabuti 2006 de Melhor livro de Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes, “Theatro Municipal do Rio de Janeiro: um século em cartaz” (Jauá Editora – 2011). Fez o argumento e pesquisa do documentário “Marcia Haydée, uma vida pela dança” (Indiana Filmes). E recentemente, como coordenadora editorial, “Amazônia das Palavras” (Associação Mapinguari, 2020), “Capanema Maru: O Ministério da Educação e Saúde” (2021), “Panorama da ópera no Brasil” (Edições Funarte). Trabalhou no IPHAN de 1986 a 2003 onde atuou como editora, a partir de 1993 publicando títulos relacionados a pesquisas sobre o patrimônio histórico e artístico. 

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